Uma boa notícia na prevenção da doença de Alzheimer

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  • Fonte: Sabespapo nº 122.

    A Organização Mundial de Saúde (OMS) escolheu a dta de 23 de setembro para o Dia Mundial do Mal de Alzheimer, com o objetivo de divulgar informações sobre a doença e os avanços e descobertas mais recentes para a população.

    Os efeitos benéficos da atividade física para o cérebro já estão bem documentados. Estudos diversos demonstram que o exercício físico regular e adequado nos leva a nos sentirmos melhor, física e emocionalmente. Porém, estudos recém-publicados trazem novos resultados ainda mais animadores; a de que o exercício é capaz de proteger o indivíduo contra o desenvolvimento da senilidade, até mesmo vários anos depois da prática de atividades físicas. isto também é verdade para pessoas com demência. Estudos recém-divulgados mostram que o exercício físico pode reduzir os riscos de demência, como a doença de Alzheimer.

    Um deles, realizado pela Univerdade de Washington, sugere que a redução desse risco pode chegar até 40%. Nesse estudo, 1.740 pessoas acima de 65 anos foram acompanhadas por um período de seis anos. No início do estudo, ninguém apresentava sinais de demência. Depois de seis anos 158 participantes tinham desenvolvido demência, dos quais 107 diagnosticados com doença de Alzheimer. As pessoas que se exercitavam 3 a 4 vezes por semana apresentaram um risco 30% a 40% menor de desenvolver a doença de Alzheimer comparado com aqueles que faziam exercícios menos de 3 vezes por semana.

    Estão em andamento pesquisas para o desenvolvimento de medicamentos para remover do cérebro o peptídeo causador da doença e vacinas para incentivar o sistma imune a lutar contra ele.

    Saiba mais: Na doença de Alzheimer causas genéticas proporcionam uma produção exagerada de peptídeos betaamiloides que invadem e atacam as células cerebrais. Estas células atacadas morrem e certas área do cérebro retrocedem.

    Estudos demonstraram que cinco meses de atividade física resultaram numa diminuição de proteínas beta-amiloides. E, mesmo sabendo que o exercício físico não interrompe a progressão da doença, os indivíduos com Alzheimer também se beneficiam dos efeitos cognitivos e físicos de um programa de exercício físico regular.

     

     

     

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